domingo, 9 de maio de 2010
A maternidade atual
domingo, 11 de abril de 2010
SOLIDARIEDADE: O FUTURO DO PLANETA
Que lição podemos tirar desta lamentável situação em que se encontram a cidade maravilhosa e adjacentes, debaixo d'água? A solidariedade e a gentileza, que podem ser encontradas sob os escombros dos desesperados da chuva ou dos abalos da terra. O velho ditado "a união faz a força" renasce mostrando que nunca morreu, na verdade, as pessoas é que se esquecem de que não podem viver sozinhas. Porque na hora da calamidade, da perda, do desamparo, há sempre uma legião de voluntários anônimos, vestidos de esperança e cordialidade, compartilhando o que têm e às vezes o que não têm para amenizar o sofrimento do outro. Em tempos de competitividade e capitalismo selvagem é confortante ver a mão estendida ou a casa aberta, a oferta de donativos, o trabalho incansável de pessoas comuns, que não ganham materialmente nada em troca, apenas a certeza de que fizeram tudo por alguém que perdeu quase tudo. Então, confirma-se a profrecia popular: "gentileza gera gentileza", a sabedoria milenar japonesa: "gratidão gera gratidão" e o mundo respira confiante, pois a Terra continua evoluindo.O trabalho de voluntários não apenas nas calamidades é outro fato a ser analisado. Milhares de brasileiros doam parte do seu tempo ou dinheiro por causas humanitárias e sociais, ou para trazer de volta a dignidade, a beleza, a arte, a contemplação, o Belo. E nós somos um dos povos que mais ajudam uns aos outros. Há alguns meses, uma pesquisa feita pelos britânicos me chamou atenção. Eles chegaram à conclusão de que o ser humano não consegue ser feliz apenas vivendo para si mesmo. Foi constatado por números que o grau de felicidade aumenta quando um indivíduo sabe que outras pessoas também estão prosperando. Então, é a ciência provando que o individualismo não está com nada.
Conheço muitas pessoas que fazem trabalho voluntário, às vezes até desembolsando grana por uma causa, porque acreditam que essa ação pode fazer a diferença. Esses seres conscientes se doam para melhorar a vida de outros e eu observo que eles são muito felizes, sentem-se mais satisfeitos com o que têm e entrando em contato com as dores alheias, têm menos a reclamar. Cada vez mais me convenço de que o futuro da Humanidade depende da nossa capacidade de olhar o todo, de sairmos do nosso próprio umbigo e enxergar o outro como a nós mesmos. Assim como ensinaram os grandes mestres: Jesus Cristo, Maomé, Buda, Mokiti Okada. Experimente. Seja o mestre da sua própria existência!
sexta-feira, 26 de março de 2010
CONTEMPLAÇÕES DE UM DIA DE DELÍCIA
Toda Afrodite moderna tem sede de agito, ânsia por movimento, trabalho, correria, rotina. Eu mesma sempre achei que o certo é ocupar o máximo o tempo com coisas úteis: escrever, malhar, trabalhar, fazer um curso de Deus sabe o quê, e não parar... Acho que essa sociedade de consumo nos obriga a fazer mil coisas ao mesmo tempo porque se pararmos, vamos refletir, deixar para depois o que pode ser comprado hoje. E isso não interessa ao bolso de nenhum capitalista.
Mas ideologias à parte, resolvi deixar a culpa de lado e tirar um dia de folga no meio da semana. Isso mesmo, folga de tudo. Afazeres domésticos, preocupações, planos para o futuro, cursos, internet e até a academia. Não queria provar uma teoria, mas acabei comprovando que o ócio é mesmo uma bela inspiração para criarmos. Se não, vejamos....
Depois, resolvi ver o que estava rolando no Odeon. Sabe, era fim de tarde, o metrô estaria lotado, então... Lá vou eu me justificar! Achei que estaria passando o filme argentino "O Segredo dos seus olhos" - aquele que ganhou Oscar de melhor estrangeiro - mas não, era um brasileiro, meio argentino: "Histórias de Amor duram apenas 90 minutos". Isso porque o Odeon é igual loja popular em liquidação, se o filme que você quer ver estiver passando lá, corre, se não acontece o que aconteceu comigo... Mas tudo bem, gosto do Paulo Halm - que foi roteirista dos filmes da Sandra Werneck: "Pequeno Dicionário Amoroso" e "Amores possíveis" - então, comprei o ingresso. Mas havia duas horas de bobeira antes da próxima sessão. O ócio estava indo de vento em popa e ainda faltavam 40 minutos. Então, entrei no Odeon e saí vagando pelos corredores. Cheguei ao segundo andar e achei a mais nova locadora fo grupo Estação funcionando lá dentro. Fucei todas as prateleiras e descobri uma coleção de Bergman que faria meu amigo Thiago delirar! Fiquei imaginando qual dos filmes ele me aconselharia... "Sétimo Selo"? "Morangos Silvestres"? Ahh descobri também que os recentes "Julie e Júlia" e "Coco antes de Chanel" já saíram em DVD, vai aí a dica.
Entrei no café ao lado e o garçom demorava horrores para me atender. Mas fiquei quietinha, feliz, contemplando aquele momento. Do cardápio pedi croissant de queijo Brie com Damasco e me lembrei de Adriana, outra amiga e de sua companhia sempre radiante. Com essa sensação boa, surgiu uma poesia... Peguei um guardanapo e escrevi, chama-se Quietude e está bem aqui ao lado para dar o tom desse dia tão rico de nada e tudo ao mesmo tempo.
Finalmente entrei para o cinema. O filme, para a minha surpresa, é MUITO BOM. Comecei desconfiada, achando que Halm estava entregando o ouro de roteirista para o público na sua primeira experiência como diretor. Mas desencanei e curti a história, os enquadramentos maravilhosos, as situações ridículas que rodeam todos aqueles que amam, já amaram ou um dia amarão. Ahhhh, nesse filme as mulheres vão à forra com os machões, o personagem de Caio Blat sente no couro (para não dizer naquele lugar), o que nós fazemos às vezes para agradar um homem. Nem adianta que não vou contar, tem que ver o filme.
Bem, o meu dia de bobeira termina com saldo positivo: esta postagem, mais a poesia e as lembranças de um bom filme e uma boa companhia. Experimentem!!!
Beijos
domingo, 14 de março de 2010
MUDANÇAS, TRANSFORMAÇÕES... A RODA DA FORTUNA
As mudanças são uma regra universal e deveriam fazer parte do nosso cotidiano, naturalmente... Mas nós seres humanos, muitas vezes limitados, temos medo, pavor, verdadeiro pânico do desconhecido. Mas ele é inevitável e ao mesmo tempo, incoscientemente, desejado. Já pensaram se a gente vivesse 90 anos no corpo de um bebê? Ou morasse na mesma casa a vida toda, com os mesmos móveis, os mesmos vizinhos, as mesmas conversas? Poderia até ser bom, mas não seria nada emocionante! As pequenas mudanças são até bem-vindas, mas as grandes... Pelo amor de Deus, a gente evita até de pensar! Quando os filhos se casarem... Quando não tivermos os pais por perto... Quando formos demitidos... Cruz credo, bate da mesa!!! É assim que muitas vezes pensamos, mas na real, são as mudanças que fazem girar a Roda da Fortuna. Ou será que alguém já nasceu chefe de uma empresa, ou Top Model, ou grande artista? Impossível. Até os filhos de peixe começam a vida num riacho pra depois encarar o marzão, cheio de aventuras. E são essas aventuras que move ma vida, que nos faz querer algo melhor, nos tornar alguém mais interessante. Então, as mudanças são imprescindíveis, ora bolas!
Vejo mulheres maduras com medo de inovar e Afrodites jovens, mais ousadas e corajosas, não sei se tem a ver com idade, mas com maturidade. Os homens também andam se acomodando fácil demais, têm a desculpa perfeita para ficar num casamento ou emprego que não mais os satisfazem porque têm que "sustentar os filhos". E qual a mensagem que estão dando para as crianças? !Sejam medrosos como o papai". Claro que prudência é necessário, mas arriscar é mais ainda. É uma realidade realmente triste de se constatar. Ontem vi um filme que, pra falar a verdade, a princípio me atraía apenas pela presença gloriosa de George Clooney, mas acabei aproveitando mais do que o charmoso ator. O filme "Amor sem escalas" é sobre um homem individualista (e não solitário) que tem por profissão demitir - juridicamente a palavra é dispensar (soa até mais bonitinho) - profissionais de várias companhias, friamente e fornecer a eles suas "opções" a partir daquela decisão. A maioria das pessoas encara tudo pessimamente, é um festival de lágrimas e palavrões, todos se sentem rejeitados e humilhados. Até que Mr. Clooney, com aqueles olhinhos pequenos de suspirar (ai, ai...), perdão, onde estava? Bem, ele tenta amenizar as coisas para um pai de família, com dois filhos pequenos para sustentar, dizendo que essa é sua oportunidade de ouro, porque finalmente ele vai poder seguir o sonho de abrir um restaurante e ser um chef. Na hora, a gente pensa, não é que isso é legal?Claro que a mensagem pode ser também: que ironia, o próprio sistema capitalista é quem resolve o que devemos ser e fazer... E isso também é uma verdade, mas prefiro pensar que entre o mais cômodo e o caminho da realização pessoal, fico com a segunda opção. O que é garantido na vida? Nada. Até o que parece ser igual a vida toda, não é, ilusão, está tudo mudando e girando o tempo todo, é Lei Universal.
imboliza a nossa totalidade psíquica. C. G. Jung observou que essas imagens são utilizadas para consolidar o mundo interior e favorecer a meditação em profundidade. Então, caros leitores, eu presenteio vocês não só com a minha transformação ao longo de cinco anos: de jornalista a escritora, mas também com essas figuras mágicas, para que vocês encontrem na sua essência, a energia transformadora para mudar tudo o que não está bom dentro da sua realidade. Beijos!
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
DIVAS DA MÚSICA OU DA PLÁSTICA?
A passagem da super linda Byoncé pelo Rio me chamou atenção e me fez pensar sobre as novas Divas da música pop. Eu que acompanho a carreira de algumas delas, me sinto capaz de ter uma visão crítica, sem querer tirar o brilho e o esforço das moças, fazendo apenas uma reflexão sobre o mercado da música e a manipulação da imagem da mulher moderna.
no bolso começou sua carreira como integrante de uma banda de meninas, a "Destiny's Child", se lembram? E Byoncé já se destacava não só pela voz macia e rouca, super afinada mas também, pelo trasei... digamos rebolado. Shakira, outra cantora-sensação também começou tímida, na Colômbia, de cabelões pretos e pele muto branca, e uma voz de arrebatar. Mas depois... Bem, a voz continua a mesma, mas os cabelos pretos e a menina ingênua, isso é passado. Onde quero chegar? Já repararam no que as musas da música têm que se sujeitar para chegar ao topo da mídia e do "sucesso"?
Por exemplo, a cantora Sade - que eu amo, e tem uma voz inigualável, mas é discreta e sensual à sua maneira - não arrasta milhares ao Maracanã como Madonna, campeã em tirar a roupa. Entendem? Colocando no nivel das mortais, essa imagem da mulher "bem-sucedida" - uma aliança do poder sexual, com o econômico e social - está deixando as meninas cada vez mais masculinas. Não ao se vestir, mas ao falar, andar, se comportar e até na maneira de transar. Estão quase todas - principalmente as mais jovens - falando como homens: que "pegam" tantos, que fazem e acontecem na cama, deixando até os marmanjos constrangidos. Também bebem como homens e saem pregando que preferem os bad boys. No final, ao contrário das Divas que alcançaram um nível de riqueza material fazendo cena de "pegadoras", as meninas super-poderosas do cotidiano, ficam sozinhas.sábado, 30 de janeiro de 2010
MÁSCARAS E FANTASIAS: VIVA O CARNAVAL DE TODO O DIA!

iado de outra pessoa, totalmente diferente? Ou nem tão diferente assim, mas por para fora aquele outro alguém que insiste em sair, mas a gente abafa o resto do ano. Então, quando é carnaval todos os bichos se soltam! Alguns são bravos, outros delicados - cada um com a sua catarse momentânea. Tem os personagens de conto de fadas, das histórias em quadrinhos, do imaginário popular - a melindrosa, o pirata, o presidiário, o palhaço, a múmia. Tem os animais - oncinha, gatinha, coelhinha, borboletinha. Eu adoro as do universo infantil, a Branca de Neve, por exemplo - trauma por não ter tido uma festa temática quando criança, paciência. Mas no carnaval, essa fantasia vem acompanhada, de preferência, por um príncipe bem alegre, companheiro, leal, que curte junto, se diverte e vai pra casa junto. Essas fantasias nossas de cada dia podiam ser reforçadas ao longo do ano, não acham? Por que será que só no carnaval a gente acredita nessas coisas? Isso não podia ser constante?
As máscaras de carnaval começaram essa tradição de deixar de ser quem nós somos, pelo menos uma vez no ano. Foi no carnaval de Veneza, que segundo a história, elas foram criadas para que os nobres pudesse se infiltrar junto aos plebeus e ganhar umas mocinhas sem que suas esposas descobrissem. Isso foi lá na Idade Média. Hoje, as máscaras são objetos belíssimos que enfeitam o rosto e continuam povoando a nossa imaginação. É, porque quando vestimos um
desses acessórios carnavalescos purpurinados e glamourizados, abrem-se, imediatamente, as portas para um universo de ilusões. Assumimos uma nova personalidade, adotamos um comportamente ou mais ousado, ou mais feminino, ou mais masculino, ou mais romântico, ou mais sensual. Liberamos as amarras do constrangimento e saímos mostrando ao mundo um lado mais criativo - o positivo da história - ou mais agressivo - o negativo de cada um. Bem, podemos escolher qual máscara usar, isso vai da necessidade ou da empolgação do momento.Agora, e com relação às máscaras do dia-a-dia? Já parou para refletir sobre quantas delas a gente adota para lidar com as situações do cotidiano? A de boazinha para os chefes. A de antenada para entrar nos círculos sociais. A de animada para aquela turma do "oba oba, vamos beber que está tudo bem". A do entendedor de cinema, para os cinéfilos. E por aí, vai... Claro que tem gente que adota o tipo "eu sou eu mesmo e só faço o que quero ", acho isso muito saudável, desde que essa pessoa seja generosa e mostre ao mundo porque consegue ser diferente, com gentileza e sensibilidade. Não estou defendendo e nem condenando as máscaras. Elas são necessárias para a nossa evolução enquanto socidade. O importante é saber quando deixá-las de lado, quando assumir a nossa própria essência, ao invés de ficar fazendo tipo para agradar o outro. Acho que tem que diminuir o seu uso e retirar a máscara quando todos querem que você fique e você quer ir embora. Ou simplesmente dizer "não, muito obrigada", quando o seu grupo social te oferece um mundo de falsa felicidade.

Nesse post, eu coloquei fotos de pessoas queridas, e a minha própria, para ilustrar a alegria e a felicidade gerada por uma festa de carnaval com máscaras, fantasias, mas sem excessos.
Divirtam-se e juízo! Beijos.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
ROMANCE NO CINEMA OU CRÔNICA DO AMOR PERDIDO

Meninas e meninos, respondam rápido: quem não gosta de uma boa história de amor? Quem assume que gosta ou pelo menos uma vez na vida já apreciou algum romance no cinema ou na literatura vai se identificar com o assunto. Quem respondeu que não, talvez possa mudar de opinião aqui mesmo, para que garantir o futuro da Humanidade!!! Eu sou fã do gênero, sem preconceitos, e vejo sempre que posso. Claro, tento escolher as histórias mais inteligentes ou ousadas, só de vez em quando encaro uma dessas comédias desconcertantes que Hollywood adora e me divirto com o ridículo mesmo.
Então, quero falar agora de dois filmes em particular, que acabo de assistir e que valem à pena o comentário e uma comparação inevitável. O primeiro é uma comediazinha despretensiosa, mas charmosa, que tem a presença simpática de Nia Vardalos - aquela do Casamento Grego. O mocinho é um gato que toda mãe queria como genro, John Corbett - que fez o Aidan em Sex and the City. Lembraram?? Aquele bom moço dispensado por Carry Bradshaw no seriado... Situados??? Então, o filme é "Eu odeio dia dos Namorados", pelo título a gente já pensa: "até parece!!!" E é isso mesmo. O enredo é simplérrimo, mas tem um humor discontraído e leve. A mocinha, que faz todo mundo feliz, tem regras estabelecidas sobre os encontros amorosos, bastam cinco para dispensar o cara, nada de esperar ligação no dia seguinte, frio na barriga, pânico do sábado à noite. Legal, né? Mentira. Depois que ela conhece o bonitão que eu acabei de citar, tudo se complica e ela descobre que está apaixonada. Claro que não vou entregar o final, quem quiser corre para a locadora porque é legal.
O segundo filme é bem melhor, mais denso e sensível. Claro que temos que perdoar Nia Vardalos, porque comédia é sempre mais difícil do que drama, ainda mais quando temos uma senhora dupla de atores em ação. Estamos falando de Dustin Hoffman e Emma Thompson, em "Tinha que ser você". Esse é um daqueles filmes que pensamos de início, o que será que esses dois estão fazendo nessa história simples, cotidiana, sobre a solidão e a maturidade? É exatamente isso que trata o enredo, muito bem escrito e com performances adoráveis. Pela primeira vez vi Emma sem nenhuma pretensão, atuando com tanta entrega numa personagem corriqueira, introspecta, mas ao mesmo tempo tão humana. E Dustin vivendo um cara que não se encaixa na própria vida, que não é bom nem mau, que poderia ser qualquer cara na faixa dos sessenta - o meu pai, o seu. O diferencial aqui é a verdade dos atores que se derramam na pele de duas pessoas solitárias e um tanto quanto tristes tentando agarrar a última oportunidade da vida no amor. Um belo filme com dois belos atores.
Agora sobre os filmes de romance em geral tenho que admitir que as histórias estão muito reais. Nada de conto de fadas mais. O que é bom porque podemos nos enchergar e nos reconhecer nos personagens, rir de nós mesmos ou chorar... Acho que é terapêutico de certa forma. Demos adeus a Julia Roberts e seu príncipe rico, salvador, de "Uma Linda Mulher" e ao professor de dança bonitão que encantada a mocinha ingênua de "Dirty Dancing" - sucessos dos anos oitenta. Vivemos um novo século, com novas e velhas questões jogadas direto na nossa cara. O velho sonho de encontrar alguém especial e mergulhar no amor ainda existe. Uffa! Mas com ele vem o pesadelo do medo da rejeição, do sofrimento, do desencontro, da frustração, da separação. Essa é a tônica da maioria das histórias de amor modernas e se fizermos uma autoanálise (lá vem aquela chata...) veremos que todos nós já vivemos uma ou duas ou trezentas desilusões amorosas. E dá um certo desânimo toda vez que recomeçamos o movimento de conhecer alguém, se apaixonar e tentar descobrir se o romance engata ou não. Mas, assim como nos bons filmes de amor, na vida real, em algum lugar da nossa alma, optamos pelo mergulho no escuro. E saltamos de novo para o amor.
Então, queridos leitores. Em 2010, vamos fazer um brinde ao mais velho e maravilhoso sentimento da vida. Ao amor!!! Que ele aconteça na ficção e na vida real.


